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	Comentários para Observatório da imprensa	</title>
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		<title>
		Comentário em Comentários de Mbanza Hanza sobre «Angola – Psicopolítica do falso oprimido e do opressor» de Domingos da Cruz por OI		</title>
		<link>https://observatoriodaimprensa.net/comentarios-de-mbanza-hanza-sobre-angola-psicopolitica-do-falso-oprimido-e-o-opressor-de-domingos-da-cruz/comment-page-1/#comment-707</link>

		<dc:creator><![CDATA[OI]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 00:00:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Para ler o artigo comentado, pode clicar neste link: https://www.publico.pt/2025/11/02/mundo/noticia/angola-psicopolitica-falso-oprimido-opressor-2152811]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para ler o artigo comentado, pode clicar neste link: <a href="https://www.publico.pt/2025/11/02/mundo/noticia/angola-psicopolitica-falso-oprimido-opressor-2152811" rel="nofollow ugc">https://www.publico.pt/2025/11/02/mundo/noticia/angola-psicopolitica-falso-oprimido-opressor-2152811</a></p>
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		<title>
		Comentário em O DIREITO DE RESISTÊNCIA por António Miguel		</title>
		<link>https://observatoriodaimprensa.net/o-direito-de-resistencia/comment-page-1/#comment-706</link>

		<dc:creator><![CDATA[António Miguel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 11:00:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A análise é muito pertinente, sobretudo quando observamos a realidade angolana. Embora Angola seja parte de vários instrumentos internacionais de direitos humanos, a verdade é que a Constituição não consagra expressamente o direito de resistência, ao contrário de outros países lusófonos. Mesmo com o artigo 26.º a exigir que os direitos fundamentais sejam interpretados à luz da Declaração Universal dos Direitos Humanos e da Carta Africana, isso ainda não é suficiente para reconhecer formalmente esse direito no nosso ordenamento.

Este cenário mostra que, em Angola, a proteção do cidadão contra abusos de poder depende mais das vias institucionais existentes do que de um mecanismo constitucional explícito de resistência ou desobediência civil. A discussão é, por isso, extremamente relevante, pois chama atenção para a importância de fortalecer o Estado de Direito, garantir maior segurança jurídica e assegurar que os direitos, liberdades e garantias sejam realmente protegidos e exercidos na prática.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A análise é muito pertinente, sobretudo quando observamos a realidade angolana. Embora Angola seja parte de vários instrumentos internacionais de direitos humanos, a verdade é que a Constituição não consagra expressamente o direito de resistência, ao contrário de outros países lusófonos. Mesmo com o artigo 26.º a exigir que os direitos fundamentais sejam interpretados à luz da Declaração Universal dos Direitos Humanos e da Carta Africana, isso ainda não é suficiente para reconhecer formalmente esse direito no nosso ordenamento.</p>
<p>Este cenário mostra que, em Angola, a proteção do cidadão contra abusos de poder depende mais das vias institucionais existentes do que de um mecanismo constitucional explícito de resistência ou desobediência civil. A discussão é, por isso, extremamente relevante, pois chama atenção para a importância de fortalecer o Estado de Direito, garantir maior segurança jurídica e assegurar que os direitos, liberdades e garantias sejam realmente protegidos e exercidos na prática.</p>
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		<title>
		Comentário em Domingos da Cruz por Escritor angolano e ex-preso político reedita livro sobre ferramentas práticas contra a ditadura &#124; sephatrad		</title>
		<link>https://observatoriodaimprensa.net/media/cas_7997-400/comment-page-1/#comment-705</link>

		<dc:creator><![CDATA[Escritor angolano e ex-preso político reedita livro sobre ferramentas práticas contra a ditadura &#124; sephatrad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2025 02:23:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[&#8230;] Interdisciplinares em Sociedade e Cultura da Universidade de Concórdia, e tem coordenado o Observatório de Imprensa, organização da sociedade civil que visa monitorar e avaliar o desempenho da média [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] Interdisciplinares em Sociedade e Cultura da Universidade de Concórdia, e tem coordenado o Observatório de Imprensa, organização da sociedade civil que visa monitorar e avaliar o desempenho da média [&#8230;]</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em O eterno como condição de possibilidade de elevação dos valores por Kanienga L. Samuel (José)		</title>
		<link>https://observatoriodaimprensa.net/o-eterno-como-condicao-de-possibilidade-de-elevacao-dos-valores/comment-page-1/#comment-704</link>

		<dc:creator><![CDATA[Kanienga L. Samuel (José)]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 09:44:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Viktor Frankl, em sua obra &quot;Em Busca de Sentido&quot;, apresenta a ideia de que a principal motivação humana é a busca por um propósito que dê significado à vida. Frankl identificou três caminhos principais para se encontrar sentido: a realização de obras significativas, a experiência com o mundo (especialmente o amor) e a atitude diante do sofrimento inevitável. No entanto, na sociedade contemporânea, esses pilares foram distorcidos ou enfraquecidos:

1. Realização de Obras ou Tarefas Significativas: O valor das realizações humanas está atrelado ao sucesso público e à visibilidade. Obras silenciosas ou de menor impacto midiático são desvalorizadas, apesar de seu significado pessoal ou comunitário.

2. Experiência com o Mundo, Especialmente o Amor: A vida acelerada e a fragmentação social dificultam a criação de laços profundos. O imediatismo e o individualismo enfraquecem essas conexões, reduzindo o espaço para experiências contemplativas e culturais.

3. Atitude diante do Sofrimento Inevitável: A cultura atual busca evitar a dor a qualquer custo, enfraquecendo a resiliência. Como destacou Carl Jung, enfrentar e suportar a dor é fundamental para o crescimento interior.

Diante desse cenário, torna-se urgente refletir sobre como resgatar formas mais autêuticas de sentido. Isso pode envolver a valorização de realizações menos visíveis, mas significativas; a busca por relações humanas mais profundas; e o reconhecimento do sofrimento como parte inevitável e formadora da experiência humana. Assim, talvez possamos reencontrar um propósito que transcenda o efêmero e o superficial, conectando-nos com uma existência mais plena e significativa.

~ Kanienga L. Samuel (José)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Viktor Frankl, em sua obra &#8220;Em Busca de Sentido&#8221;, apresenta a ideia de que a principal motivação humana é a busca por um propósito que dê significado à vida. Frankl identificou três caminhos principais para se encontrar sentido: a realização de obras significativas, a experiência com o mundo (especialmente o amor) e a atitude diante do sofrimento inevitável. No entanto, na sociedade contemporânea, esses pilares foram distorcidos ou enfraquecidos:</p>
<p>1. Realização de Obras ou Tarefas Significativas: O valor das realizações humanas está atrelado ao sucesso público e à visibilidade. Obras silenciosas ou de menor impacto midiático são desvalorizadas, apesar de seu significado pessoal ou comunitário.</p>
<p>2. Experiência com o Mundo, Especialmente o Amor: A vida acelerada e a fragmentação social dificultam a criação de laços profundos. O imediatismo e o individualismo enfraquecem essas conexões, reduzindo o espaço para experiências contemplativas e culturais.</p>
<p>3. Atitude diante do Sofrimento Inevitável: A cultura atual busca evitar a dor a qualquer custo, enfraquecendo a resiliência. Como destacou Carl Jung, enfrentar e suportar a dor é fundamental para o crescimento interior.</p>
<p>Diante desse cenário, torna-se urgente refletir sobre como resgatar formas mais autêuticas de sentido. Isso pode envolver a valorização de realizações menos visíveis, mas significativas; a busca por relações humanas mais profundas; e o reconhecimento do sofrimento como parte inevitável e formadora da experiência humana. Assim, talvez possamos reencontrar um propósito que transcenda o efêmero e o superficial, conectando-nos com uma existência mais plena e significativa.</p>
<p>~ Kanienga L. Samuel (José)</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em CARTA A UM ASSASSINO por Florentino		</title>
		<link>https://observatoriodaimprensa.net/carta-a-um-assassino/comment-page-1/#comment-701</link>

		<dc:creator><![CDATA[Florentino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 10:21:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Importante reflexão, principalmente numa altura em que parece emergir uma sociedade dos 15segundos caracterizada pelo mais fácil. Fundamental por nos remeter ao ano de 1948 naquela histórica praça de Bogotá, devemos sempre lembrar daquelas manifestações com sentido de querer aprender.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Importante reflexão, principalmente numa altura em que parece emergir uma sociedade dos 15segundos caracterizada pelo mais fácil. Fundamental por nos remeter ao ano de 1948 naquela histórica praça de Bogotá, devemos sempre lembrar daquelas manifestações com sentido de querer aprender.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em Académico angolano na Alemanha a espera do passaporte há mais de um ano por Tchombe Sabonete		</title>
		<link>https://observatoriodaimprensa.net/academico-angolano-na-alemanha-a-espera-do-passaporte-ha-mais-de-um-ano/comment-page-1/#comment-699</link>

		<dc:creator><![CDATA[Tchombe Sabonete]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 20:23:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma das coisas que eu esqueci de mencionar é ação louvável da Representação diplomática de Angola no Brasil. No período da Pandemia quando poucos conseguiam ter acesso produtos da necessidade básica e documentação angolana, o governo deu o privilegio de acesso para todos que tinham documentos legais e até com isenção da taxa de todos documentos. O governo foi até as comunidades onde os angolanos moram para oferecer documentos. Já o prazo foi mesmo esse de um ano. Pois a justificativa foi que não se tinha cédulas em Angola.
Muitas vezes já pensei o comportamento de angolanos ser trauma da guerra civil. Pois infelizmente nós angolanos não tivemos o privilegio de passar por especialistas para cuidar da saúde da mente, isso devia ser feito para os ex combatentes e mesmo os civis. Entre as inúmeras consequências de um conflito como a guerra de Angola que durou 41 anos, desde (1961 a 2002), estão marcas psicológicas nos sobreviventes, sejam eles militares que participaram de embates fortes ou civis que vivenciaram o cenário trágico. Pessoas de ambos os grupos desenvolvem transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), ou síndrome pós-traumática, um distúrbio tratado com atendimento profissional, E em Angola não houve esse tratamento, as pessoas estão se tratando e por vezes eu penso em vez de tratar as família estão transmitir ou infectar seus filhos. A juventude angolana tornou-se mais agressiva do que no período da guerra.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das coisas que eu esqueci de mencionar é ação louvável da Representação diplomática de Angola no Brasil. No período da Pandemia quando poucos conseguiam ter acesso produtos da necessidade básica e documentação angolana, o governo deu o privilegio de acesso para todos que tinham documentos legais e até com isenção da taxa de todos documentos. O governo foi até as comunidades onde os angolanos moram para oferecer documentos. Já o prazo foi mesmo esse de um ano. Pois a justificativa foi que não se tinha cédulas em Angola.<br />
Muitas vezes já pensei o comportamento de angolanos ser trauma da guerra civil. Pois infelizmente nós angolanos não tivemos o privilegio de passar por especialistas para cuidar da saúde da mente, isso devia ser feito para os ex combatentes e mesmo os civis. Entre as inúmeras consequências de um conflito como a guerra de Angola que durou 41 anos, desde (1961 a 2002), estão marcas psicológicas nos sobreviventes, sejam eles militares que participaram de embates fortes ou civis que vivenciaram o cenário trágico. Pessoas de ambos os grupos desenvolvem transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), ou síndrome pós-traumática, um distúrbio tratado com atendimento profissional, E em Angola não houve esse tratamento, as pessoas estão se tratando e por vezes eu penso em vez de tratar as família estão transmitir ou infectar seus filhos. A juventude angolana tornou-se mais agressiva do que no período da guerra.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<item>
		<title>
		Comentário em Académico angolano na Alemanha a espera do passaporte há mais de um ano por Tchombe Sabonete		</title>
		<link>https://observatoriodaimprensa.net/academico-angolano-na-alemanha-a-espera-do-passaporte-ha-mais-de-um-ano/comment-page-1/#comment-698</link>

		<dc:creator><![CDATA[Tchombe Sabonete]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 19:32:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Enquanto a qualidade da nossa Educação for esse que Angola está oferece hoje, então o setor Público continuará nessa miséria triste que só muda quando o staff todo é exonerado da Representação.Penso que uma coisa que se deve mudar é forma de nomear os Representantes para as representações Diplomáticas  O Ministério das Relações Exteriores vão deve autorização de nomear o Staff for do Ministério, só deviam ser nomeados os funcionários Públicos isso para evitar a nomeações entre famílias. E por ultimo aplicar a governabilidade e a governança. Angolanos com documentos incompletos é o que mais temos hoje em Angola, e uns até não sabe falar nenhuma Língua nativa e muito menos a Portuguesa. Os títulos acadêmicos (Dr) acabam com toda Estrutura no setor Público, e a pessoa realmente qualificada quando chega lá é rejeitada antes mesmo se inscreva em um Concurso ou apresentação seus documentos em IES angolanos.Agora eu não concordaria com a máquina de fotocopiadora em disposição exceto de casos emergentes. Meu caro não se engane, ser militante do Partido no Poder não é garantia de receber um tratamento diferenciado. O autor desse comentário é militante há mais de 33 anos e acadêmico, ex combatente das Forças Especiais em Malange, mas nunca recebeu tratamento diferente . E até já pensei que há pessoas que trabalham para arruinar o partido no Poder. Pois não é possível encontrar tantos erros assim em pessoas que amam o partido no Poder como encontramos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto a qualidade da nossa Educação for esse que Angola está oferece hoje, então o setor Público continuará nessa miséria triste que só muda quando o staff todo é exonerado da Representação.Penso que uma coisa que se deve mudar é forma de nomear os Representantes para as representações Diplomáticas  O Ministério das Relações Exteriores vão deve autorização de nomear o Staff for do Ministério, só deviam ser nomeados os funcionários Públicos isso para evitar a nomeações entre famílias. E por ultimo aplicar a governabilidade e a governança. Angolanos com documentos incompletos é o que mais temos hoje em Angola, e uns até não sabe falar nenhuma Língua nativa e muito menos a Portuguesa. Os títulos acadêmicos (Dr) acabam com toda Estrutura no setor Público, e a pessoa realmente qualificada quando chega lá é rejeitada antes mesmo se inscreva em um Concurso ou apresentação seus documentos em IES angolanos.Agora eu não concordaria com a máquina de fotocopiadora em disposição exceto de casos emergentes. Meu caro não se engane, ser militante do Partido no Poder não é garantia de receber um tratamento diferenciado. O autor desse comentário é militante há mais de 33 anos e acadêmico, ex combatente das Forças Especiais em Malange, mas nunca recebeu tratamento diferente . E até já pensei que há pessoas que trabalham para arruinar o partido no Poder. Pois não é possível encontrar tantos erros assim em pessoas que amam o partido no Poder como encontramos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em Académico angolano na Alemanha a espera do passaporte há mais de um ano por MANUEL VIEIRA		</title>
		<link>https://observatoriodaimprensa.net/academico-angolano-na-alemanha-a-espera-do-passaporte-ha-mais-de-um-ano/comment-page-1/#comment-697</link>

		<dc:creator><![CDATA[MANUEL VIEIRA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 11:25:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[qUE pena mano]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>qUE pena mano</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em PARA QUANDO, O FIM DO CATIVEIRO? por Tomás		</title>
		<link>https://observatoriodaimprensa.net/para-quando-o-fim-do-cativeiro/comment-page-1/#comment-684</link>

		<dc:creator><![CDATA[Tomás]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2022 18:53:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito obrigado pela lucidez, Caro Cadre. Que o tempo facilite a conservação da sua coerência e honestidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito obrigado pela lucidez, Caro Cadre. Que o tempo facilite a conservação da sua coerência e honestidade.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em PARA QUANDO, O FIM DO CATIVEIRO? por Nkrumah Pinto		</title>
		<link>https://observatoriodaimprensa.net/para-quando-o-fim-do-cativeiro/comment-page-1/#comment-683</link>

		<dc:creator><![CDATA[Nkrumah Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Nov 2022 21:55:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O MPLA conhece profundamente a Psicologia do povo e até da oposição, sabe que variáveis manusear para controlar o comportamento da maior parte do povo e da população. As forças do MPLA são o analfabetismo, a promoção do álcool, a fome e o impressão do medo. O trabalho para a libertação pedirá um esforço profundo e colectivo de todas as forças vivas que já despertaram.

O padre esteve bem. Parabéns!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O MPLA conhece profundamente a Psicologia do povo e até da oposição, sabe que variáveis manusear para controlar o comportamento da maior parte do povo e da população. As forças do MPLA são o analfabetismo, a promoção do álcool, a fome e o impressão do medo. O trabalho para a libertação pedirá um esforço profundo e colectivo de todas as forças vivas que já despertaram.</p>
<p>O padre esteve bem. Parabéns!</p>
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