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	<title>Nelson D. António &#8211; Observatório da imprensa</title>
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		<title>Sem economia de mercado não haverá diversificação da economia em Angola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[OI]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2015 09:43:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade científica e conexas]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson D. António]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="300" height="175" src="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2015/04/Diamante-2-300x175.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" srcset="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2015/04/Diamante-2-300x175.jpg 300w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2015/04/Diamante-2.jpg 600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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<p><strong>Por Nelson D. António || </strong>A palavra de ordem do momento, em Angola é: diversificação da economia! A diversificação da economia pode ser concebida como uma estratégia adotada pelo governo de um determinado Estado por meio do desenvolvimento de negócios, produtos e serviços diferentes daqueles que comumente configuram a base da sua economia.</p>
<p>A forte concorrência e o dinamismo dos mercados impelem os governos dos Estados a diversificarem a sua economia, sob pena de sucumbirem em constantes crises económicas em razão da dependência de um único produto ou serviço, quando estes estiverem com baixa cotação no mercado.</p>
<p>O Estado angolano é um exemplo desta dependência quase exclusiva de um único produto, pois cerca de 70% do total da receita arrecadada pelo Estado é oriunda do petróleo. Com a baixa do preço do barril do petróleo no mercado internacional, o Governo angolano viu-se com um défice de 7,6% do PIB. Como consequência, a palavra de ordem passou a ser a diversificação da economia.</p>
<p>Este fenómeno não é novo. A crise do petróleo deflagrada em 1985 obrigou o Governo a criar o Programa de Saneamento Económico e Financeiro (SEF). O que há de comum nas duas crises do petróleo é a reação do governo apenas após a instauração da crise; bem como a criação de programas/lemas, sem imergir profundamente no cerne do problema.</p>
<p>Naquela primeira, o cerne da questão residia no fracassado modelo de economia centralizada, que se pretendia socialista. O artigo 2ᵒ, da Constituição da República Popular de Angola dispunha que:<em> “Toda a soberania reside no Povo Angolano. O MPLA-Partido do Trabalho constitui a vanguarda organizada da classe operária e cabe-lhe, como Partido marxista-leninista, a direcção política, económica e social do Estado nos esforços para a construção da Sociedade Socialista.”</em> O Governo do MPLA-PT, portanto, não admitia a economia de mercado, mas apenas o centralismo económico praticado pelo partido-Estado.</p>
<p>Na atual crise, o problema repousa na falsa economia de mercado existente em Angola. A denominada Lei Constitucional, de 1991 (Lei nᵒ 12/91), colocou formalmente termo à economia centralizada, abrindo o país a economia de mercado. Por semelhante modo, a atual Constituição da República de Angola, em seu artigo 89, <em>alínea c</em>, consagra a <em>“</em><em>Economia de mercado, na base dos princípios e valores da sã concorrência, da moralidade e da ética, previstos e assegurados por lei”. </em>Todavia, o que se verifica em Angola são verdadeiros oligopólios. O mercado angolano é manifestamente controlado por um grupo excessivamente restrito de cidadãos privilegiados, que se confunde com o poder político-partidário.</p>
<div id="attachment_1366" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2015/04/Diamante-2.jpg"><img aria-describedby="caption-attachment-1366" class="wp-image-1366 size-medium" src="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2015/04/Diamante-2-300x175.jpg" alt="Diamante 2" width="300" height="175" srcset="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2015/04/Diamante-2-300x175.jpg 300w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2015/04/Diamante-2.jpg 600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-1366" class="wp-caption-text">[Pt|rmc| Extracção artesanal de diamante na Lunda Norte]</p></div>A economia de mercado pressupõe a livre concorrência, o que permite o surgimento de novas empresas que ofereçam serviços, produtos e preços alternativos, assegurando o direito de escolha ao consumidor. Definitivamente, esta não é a realidade angolana. Os serviços de telefonia e internet, por exemplo, são de péssima qualidade, com preços tabelados, sem que o consumidor tenha o direito escolher outras alternativas para além daquelas controladas pela elite oligopolista.</p>
<p>Diante do exposto, não é possível diversificar a economia, sem que exista efetiva economia de mercado em Angola. Para que ocorra a diversificação da economia é necessário que novos investidores ingressem no mercado, sem que estejam presos ao poder político-partidário, ou impedidos de atuar em negócios dominados pelos oligopólios.</p>
<p>Por outro lado, não é possível diversificar a economia sem investir qualitativamente no cidadão angolano. Em Angola, inexistem instituições de ensino que efetivamente investem em pesquisa e inovação, a ponto de autonomizar o indivíduo, tonando-o investidor e inovador.</p>
<p>O que tem sido chamado de diversificação da economia, portanto, é na verdade a diversificação dos negócios dos oligopólios, produzindo poucos ricos e muitos pobres e miseráveis.</p>
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    Por Domingos da Cruz Da Ditadura à Democracia, mais do que uma construção teórica de Filosofia Política, é uma ferramenta prática para as pessoas comprometidas com a desconstrução e erosão <a class="read-more" href="https://observatoriodaimprensa.net/como-fazer-uma-revolucao/"> Leia mais</a>  </p>
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		<title>Liberdade de imprensa: um pilar da democracia</title>
		<link>https://observatoriodaimprensa.net/liberdade-de-imprensa-um-pilar-da-democracia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OI]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Dec 2014 07:16:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="300" height="234" src="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/Oi-Jornal-300x234.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" srcset="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/Oi-Jornal-300x234.jpg 300w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/Oi-Jornal.jpg 460w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Por Nelson D. António &#124;&#124; “Como poderiam os cidadãos participar realmente da vida política se toda a informação que pudessem adquirir fosse proporcionada por uma única fonte – o governo, digamos, ou, por exemplo, um único partido, uma só facção ou um único interesse?”- Robert A. Dahl.    Em 1933, na Alemanha nazista, foi criado ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="234" src="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/Oi-Jornal-300x234.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" srcset="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/Oi-Jornal-300x234.jpg 300w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/Oi-Jornal.jpg 460w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p><div id="attachment_878" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/Oi-Jornal.jpg"><img aria-describedby="caption-attachment-878" class="wp-image-878 size-medium" src="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/Oi-Jornal-300x234.jpg" alt="Oi Jornal" width="300" height="234" srcset="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/Oi-Jornal-300x234.jpg 300w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/Oi-Jornal.jpg 460w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-878" class="wp-caption-text">[F/rmc]</p></div><strong>Por Nelson D. António ||</strong><em> “Como poderiam os cidadãos participar realmente da vida política se toda a informação que pudessem adquirir fosse proporcionada por uma única fonte – o governo, digamos, ou, por exemplo, um único partido, uma só facção ou um único interesse?”- </em>Robert A. Dahl.  <em> </em></p>
<p>Em 1933, na Alemanha nazista, foi criado o Ministério da Propaganda do Reich. O Ministério era dirigido por Joseph Goebbels, conhecido pela famosa frase: “uma mentira dita cem vezes torna-se verdade”. Goebbels ordenou o fechamento de jornais, editoras, estações radiofónicas e televisivas que não compactuavam com os ideais nazistas, aniquilando assim o pluralismo e a liberdade de expressão e de imprensa. Goebbels produziu filmes que, por um lado, mostravam uma Alemanha feliz e próspera, sob o governo da “raça” ariana, por outro lado, incentivavam o heroísmo, o patriotismo o ódio contra os judeus, ciganos, homossexuais, comunistas e não arianos.</p>
<p>A propaganda nazista elaborou um conjunto de princípios orientadores, dos quais é imperativo destacar alguns:</p>
<ul>
<li>Princípio da transposição: Se não podes negar as más notícias, invente outras que distraiam as pessoas.</li>
<li>Princípio da vulgarização: Toda propaganda deve ser compreensível inclusive pelas pessoas menos inteligentes. Consequentemente, quanto maior for a massa a convencer menor será o esforço mental a ser feito, pois as massas possuem limitada capacidade de compreensão e esquecem-se facilmente.</li>
<li>Princípio da orquestração: A propaganda deve limitar-se a um número pequeno de ideias que devem ser repetidas constantemente, a partir de diferentes perspetivas.</li>
<li>Princípio do silêncio: Não falar sobre questões acerca das quais não se possui argumentos, bem como manipular as notícias que favoreçam o adversário.</li>
<li>Princípio da transfusão: A propaganda opera a partir de uma mitologia nacional ou um complexo de ódios e prejuízos tradicionais.</li>
<li>Princípio da unanimidade: Convencer a muitas pessoas de que pensam como as demais criando a impressão de unanimidade.</li>
</ul>
<p>Grande parte das práticas e princípios supracitados continuam sendo utilizadas por certos governantes a fim de limitar o pluralismo e a liberdade de imprensa e de expressão. Entrementes, “cidadãos silenciosos podem ser perfeitos para um governante autoritário, mas seriam desastrosos para uma democracia.” (Dahl, 2001: 110)</p>
<div id="attachment_879" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/OI-IMPRENSA-LIVRE.png"><img aria-describedby="caption-attachment-879" class="wp-image-879 size-medium" src="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/OI-IMPRENSA-LIVRE-300x187.png" alt="OI IMPRENSA LIVRE" width="300" height="187" srcset="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/OI-IMPRENSA-LIVRE-300x187.png 300w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/OI-IMPRENSA-LIVRE.png 400w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-879" class="wp-caption-text">[F/rmc]</p></div>A existência ou inexistência da liberdade de imprensa constitui um dos critérios empregados para caracterizar os Estados democráticos, em transição para a democracia, e os não-democráticos. Nestes últimos, verifica-se geralmente a existência de “um partido único, normalmente liderado por uma só pessoa; uma polícia secreta poderosa e extensa; uma ideologia altamente desenvolvida que descreve uma sociedade ideal, a qual o movimento totalitário se compromete a realizar; e penetração governamental e controle da comunicação de massa e de todas ou da maior parte das organizações sociais e económicas.” (Huntington, 1994: 22).</p>
<p>Nos Estados não-democráticos que sinalizam uma transição para a democracia, por sua vez, verifica-se alguma redução da censura à imprensa. (Linz e Stepan, 1999: 21). Enquanto os Estados democráticos caracterizam-se pelo efetivo direito à participação e à contestação pública. (Dahl, 1997: 29). Tais direitos podem ser materializados quando os cidadãos têm acesso a fontes de informação diversificadas e livres, que informem os cidadãos acerca dos factos como efetivamente o são, desprovidas de manifestas inclinações partidárias, políticas e ideológicas.</p>
<p>Cidadãos informados e conscientes dos seus direitos e deveres de cidadania tendem a estar mais aptos para participar da vida política do seu Estado, bem como controlar e contribuir positivamente na gestão governamental. Cônscios de tamanho poder nas mãos dos cidadãos, certos governantes avessos à democracia procuram seguir a cartilha de Goebbels, sufocando a liberdade de imprensa, porquanto sem ela a pretensa democracia é moribunda.</p>
<p>A liberdade de imprensa não apenas possibilita a capacitação dos cidadãos para a participação da gestão da <em>res pública</em> e para a contestação pública, mas também abre um canal de diálogo entre os governantes e governados, que permite a partilha de informações e experiências que podem contribuir para o bem-estar comum. Em contrapartida, o controle da imprensa pelo governo, por um único partido ou facção, mediante a filtragem ou manipulação da informação impossibilita o controle da gestão da coisa pública, a contestação pública, e encerra o canal de diálogo franco e construtivo entre governantes e governados. Criando, consequentemente, cidadãos alienados e manipuláveis segundo os interesses dos governantes.</p>
<div id="attachment_881" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/OI-imprensa-livre.jpg"><img aria-describedby="caption-attachment-881" class="wp-image-881 size-medium" src="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/OI-imprensa-livre-300x192.jpg" alt="OI imprensa livre" width="300" height="192" srcset="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/OI-imprensa-livre-300x192.jpg 300w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/OI-imprensa-livre-179x116.jpg 179w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/OI-imprensa-livre.jpg 603w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-881" class="wp-caption-text">[F/rmc]</p></div>Stuart Mill (2000: 29), lembra que “o que há de particularmente mau em silenciar a expressão de uma opinião é o roubo à raça humana – à posteridade, bem como à geração existente, mais aos que discordam de tal opinião do que aos que a mantêm. Se a opinião é correta, privam-nos da oportunidade de trocar o erro pela verdade; se errada, perdem, o que importa em benefício quase tão grande, a percepção mais clara da verdade, produzida por sua colisão com o erro.” Governantes avessos à democracia, no entanto, parecem incapazes de perceber tão cristalina verdade, encontrando grave ameaça na liberdade de dissenso expressa pela imprensa quando esta é livre.</p>
<p>Em suma, em Estados em que a imprensa é controlada pelo governo, por um único partido ou facção tende-se a apresentar um país feliz e próspero sob o seu governo. Entretanto, sucumbem o canal construtivo de diálogo, a liberdade de dissenso, a efectiva participação, a contestação pública, o controle da gestão da coisa pública, e a responsabilização dos governantes, conforme é característico da democracia. Para tal, a imprensa precisa ser livre, porquanto sem ela, a democracia constituir-se-ia em uma verdadeira miragem.</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p>CORREO DEL ORINOCO. <strong>Princípios de la propaganda nazi. </strong>Nᵒ 12, p. 5, 2009.</p>
<p>DHAL, Robert A. <strong>Poliarquia</strong>: participação e oposição. São Paulo: Edusp, 1997.</p>
<p>_____________. <strong>Sobre a democracia</strong>. Brasília: UnB, 2001.</p>
<p>GOEBBELS, Joseph. <strong>Diário: </strong>últimas anotações. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1978.</p>
<p>HUNTINGTON P. Samuel. <strong>A terceira onda: a democratização no final do século XX</strong>. São Paulo: Ática, 1994.</p>
<p>LINZ, Juan J.; STEPAN, Alfred. <strong>A transição e consolidação da democracia: </strong>a experiência do Sul da Europa e da América do Sul. São Paulo: Paz e Terra, 1999.</p>
<p>MILL, John Stuart. <strong>A liberdade; utilitarismo. </strong>Martins Fontes: São Paulo, 2000.</p>
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