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	<title>Relatórios internacionais &#8211; Observatório da imprensa</title>
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		<title>País sem futuro e o retorno do bom selvagem</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Mar 2024 16:58:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Relatórios internacionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="300" height="200" src="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-300x200.jpeg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" srcset="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-300x200.jpeg 300w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-1024x683.jpeg 1024w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-768x512.jpeg 768w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-274x183.jpeg 274w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-80x54.jpeg 80w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-130x87.jpeg 130w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-359x240.jpeg 359w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-85x57.jpeg 85w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-546x365.jpeg 546w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-165x109.jpeg 165w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-347x233.jpeg 347w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-112x75.jpeg 112w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-179x120.jpeg 179w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-170x113.jpeg 170w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-81x55.jpeg 81w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-765x510.jpeg 765w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806.jpeg 1125w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Domingos da Cruz ǀ Pode um país ter futuro se desde 1975 a esfera pública e as acções entre os “cidadãos” gira somente em torno do elementar? Em outras palavras, todas as instituições que constituem uma sociedade (a família, a escola, a imprensa, a administração pública, entre outras), no contexto de Angola limitam-se àquilo que ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="200" src="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-300x200.jpeg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" srcset="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-300x200.jpeg 300w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-1024x683.jpeg 1024w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-768x512.jpeg 768w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-274x183.jpeg 274w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-80x54.jpeg 80w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-130x87.jpeg 130w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-359x240.jpeg 359w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-85x57.jpeg 85w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-546x365.jpeg 546w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-165x109.jpeg 165w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-347x233.jpeg 347w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-112x75.jpeg 112w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-179x120.jpeg 179w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-170x113.jpeg 170w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-81x55.jpeg 81w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-765x510.jpeg 765w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806.jpeg 1125w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;"><strong><em>Domingos da Cruz</em></strong> ǀ Pode um país ter futuro se desde 1975 a esfera pública e as acções entre os “cidadãos” gira somente em torno do elementar? Em outras palavras, todas as instituições que constituem uma sociedade (a família, a escola, a imprensa, a administração pública, entre outras), no contexto de Angola limitam-se àquilo que é primário. Aquilo que não requer qualquer acto criativo − no sentido civilizacional − porque imana da natureza. Alguns exemplos que me ocorrem referente a categorias primárias são o comer, o defecar, o dormir, o abrigar-se, o vestir movidos por instintos primários de extensão e prolongamento da vida no tempo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">O oposto do primário são as manifestações da civilização e da tecnologia como é o caso do digital, da arborização, da robótica, da nanotecnologia, da medicina de alta precisão, de sistemas de transporte e de eletricidade funcional 24 horas e 365 dias ininterruptos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">Dito isto, lembro-me de uma conversa tida com um amigo com o qual partilhei a ideia fundamentada de que Angola não tem futuro. Discordou! A resposta foi inteligente dizendo: tendo em conta o povo e os recursos que temos, o país ainda é viável. Bastará o afastamento da política destes bandidos pertencentes aos movimentos de libertação cuja batalha de ódio e atraso civilizacional de ambos inviabiliza o país.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">O bom selvagem de gravata bloqueou o progresso, de tal modo que não faltam indicadores irrefutáveis de que enquanto a elite do atraso prevalece no poder, jamais os indicadores e métricas internacionais trágicas sobre o país mudarão, como demonstrarei a seguir.   </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">Neste ano (2024) o país está na 121ª posição do Índice da Perceção de Corrupção da Transparência Internacional. Nada honroso. Este lugar no ranking destrói a criatividade e inviabiliza qualquer possibilidade de os cidadãos confiarem nas instituições. Por outro lado, este nível assustador de corrupção afugenta os investidores e desencoraja outros que desejassem fazer negócio em Angola, tal como prova a 177ª posição no Índice do Ambiente para fazer Negócios do Banco Mundial. Sem investimento não há criação de riqueza, não haverá novos empregos nem poupanças decorrentes do trabalho e impostos pagos por entidades coletivas e singulares. Esta realidade expande a miséria, tal como os dados oficiais confirmam. Segundo o Instituto Nacional de Estatísticas de Angola um em cada dois angolanos (51,2%) vive na pobreza multidimensional, com uma taxa de pobreza de 88,2% nas áreas rurais e 29,9% nas áreas urbanas. Existem regiões do país onde o nível de pobreza atingiu 98%, tal como sucede no município de Curoca, província do Cunene.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">O investimento é também (dependendo do contexto) resultante da qualidade das instituições e da liberdade política. Uma vez que as instituições em Angola estão capturadas pela necro-elite que concentra para si o poder económico, não viabiliza o exercício da liberdade económica. Por esta e outras razões adicionais, Angola figura na 118ª posição no Índice de Liberdade Económica da <em>Heritage Foundation e Wall Street Journal</em>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">No terreno das liberdades civis e políticas, o país está na 125ª posição no Índice de Liberdade de Imprensa da organização Repórteres Sem Fronteiras. Esta pobre performance associada a privação de outros direitos e liberdade fundamentais, justificam as métricas e relatórios internacionais que classifiquem Angola como sendo um regime autoritário, tal como atestam as organizações <em>Freedom House</em> e o <em>think tank</em> pan-africano Afrobarómetro, o qual afirma que Angola está longe de ser uma democracia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">Uma análise mais detalhada da cultura política foi feita por outras instituições que revelaram sinais preocupantes: posição 115ª no Índice de Estado de Direito da <em>World Justice Project </em>de 2023. Esta posição significa que Angola ainda não é um Estado Democrático e de Direito; E a <em>Scholars At Risk</em>, organização sediada na universidade de Nova York, cujo fim é monitorar as liberdades académica e científica no mundo, colocou Angola entre os países onde não há liberdade académica, nem de ensino e de pesquisa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">Como se não bastasse, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, PNUD, no seu Índice de Desenvolvimento Humano de 2024, Angola figura na posição 150ª com tendência de queda se as políticas públicas continuarem semelhantes às actuais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">Por sua vez, segundo o Índice de Capital Humano, as crianças angolanas que nasceram e que hão-de nascer nas condições actuais de má qualidade dos “sistemas de saúde” e “de educação”, têm as suas capacidades  intelectual e de produtividade comprometidas em 64%. Por isso, o país está colocado na posição 166ª do respectivo Índice com 0,36 pontos. Abaixo estão somente 7 países. Para que se possa ter uma ideia da gravidade da situação, em termos comparativos, um adolescente que termina o ensino médio em Angola, tem conhecimentos equivalentes a 8ª classe de uma criança namibiana.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">Segundo previsões do <em>Standard Bank</em>, a recessão económica pode prolongar-se durante dez anos consecutivos. Para quem duvida desta previsão, basta olhar a situação do Zimbabué, cuja economia decresce desde 2000. Uma vez que a sociedade funciona em certa medida como um sistema vivo, onde todas as dimensões se relacionam, por isso mesmo, entre 152 países avaliados pelo <em>Boston Consulting Group</em>, com vista a identificar a capacidade dos países de traduzirem a riqueza bruta em bem-estar, Angola está classificada na posição 145ª, entre os piores do mundo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">Sem surpresa, no Índice Global da Paz de 2023, do <em>Institute for Economics & Peace</em>, Angola está na posição 84ª. Teve melhorias em 2018 e 2019. Sendo certo que a paz não se resume ao calar das armas, esta posição é facilmente percetível, uma vez que o país não garante o bem-estar necessário aos cidadãos. Este último ─ e a justiça social ─ são as variáveis mais importantes para a paz. O que Angola jamais alcançou há 49 anos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">Face a indicadores tão trágicos, não é surpreendente que Angola nem sequer consta no último Índice Mundial da Felicidade de 2024, tal como sucedeu nas edições precedentes. Analisada esta importante métrica internacional, o país está entre as nações que não disponibiliza dados. Ou seja, sem informação fiável que propiciariam a sua classificação. Mas se houvesse dados, é fácil inferir qual seria a posição do país no Índice Mundial da Felicidade. O Relatório Mundial da Felicidade é uma parceria entre a Gallup, o <em>Oxford Wellbeing Research Centre</em>, e a Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">A visão externa sobre Angola para lá da propaganda é outra, tal como confirmam os indicadores referidos. Os indicadores internacionais acima, combinados com mais três internos: vontade generalizada de transformação e discredibilidade do grupo hegemónico; alguns (ainda que pouquíssimo) líderes religiosos expressam o seu mal-estar em relação as injustiças sociais; e a carência financeira do regime que o inviabiliza de corromper e comprar consciências em grande escala, como fazia no passado recente, constitui uma oportunidade única para levar a cabo a revolução popular em grande escala. Somente uma revolução colectiva salvará os angolanos! É urgente e necessário o afastamento do bom selvagem de gravata. O povo unido precisa mostrar-lhes que o triunfo da selvageria terminou! O armagedon da resistência popular precisa chegar ao palácio presidencial!</span></p>
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  <a class="title post_title"  title="Quantas pessoas são necessárias para derrubar uma ditadura (de acordo com a ciência)" href="https://observatoriodaimprensa.net/quantas-pessoas-sao-necessarias-para-derrubar-uma-ditadura-de-acordo-com-a-ciencia/">
        Quantas pessoas são necessárias para derrubar uma ditadura (de acordo com a ciência)  </a>

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    Estudo conduzido por pesquisadora americana mostrou que 3,5% da população precisa protestar (e é suficiente) para derrubar uma ditadura. A luta dos sindicatos agrupados na federação sindical Solidariedade na Polónia <a class="read-more" href="https://observatoriodaimprensa.net/quantas-pessoas-sao-necessarias-para-derrubar-uma-ditadura-de-acordo-com-a-ciencia/"> Leia mais</a>  </p>
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    <a  title="PARA QUANDO, O FIM DO CATIVEIRO?" href="https://observatoriodaimprensa.net/para-quando-o-fim-do-cativeiro/">

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        PARA QUANDO, O FIM DO CATIVEIRO?  </a>

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		<title>PAÍS SEM FUTURO E O RETORNO DO BOM SELVAGEM</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Mar 2024 16:51:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade científica e conexas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="300" height="200" src="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-300x200.jpeg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" srcset="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-300x200.jpeg 300w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-1024x683.jpeg 1024w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-768x512.jpeg 768w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-274x183.jpeg 274w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-80x54.jpeg 80w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-130x87.jpeg 130w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-359x240.jpeg 359w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-85x57.jpeg 85w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-546x365.jpeg 546w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-165x109.jpeg 165w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-347x233.jpeg 347w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-112x75.jpeg 112w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-179x120.jpeg 179w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-170x113.jpeg 170w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-81x55.jpeg 81w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-765x510.jpeg 765w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806.jpeg 1125w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Domingos da Cruz ǀ Pode um país ter futuro se desde 1975 a esfera pública e as acções entre os “cidadãos” gira somente em torno do elementar? Em outras palavras, todas as instituições que constituem uma sociedade (a família, a escola, a imprensa, a administração pública, entre outras), no contexto de Angola limitam-se àquilo que ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="200" src="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-300x200.jpeg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" srcset="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-300x200.jpeg 300w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-1024x683.jpeg 1024w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-768x512.jpeg 768w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-274x183.jpeg 274w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-80x54.jpeg 80w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-130x87.jpeg 130w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-359x240.jpeg 359w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-85x57.jpeg 85w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-546x365.jpeg 546w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-165x109.jpeg 165w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-347x233.jpeg 347w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-112x75.jpeg 112w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-179x120.jpeg 179w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-170x113.jpeg 170w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-81x55.jpeg 81w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806-765x510.jpeg 765w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2024/03/pexels-photo-9750806.jpeg 1125w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;"><strong><em>Domingos da Cruz</em></strong> ǀ Pode um país ter futuro se desde 1975 a esfera pública e as acções entre os “cidadãos” gira somente em torno do elementar? Em outras palavras, todas as instituições que constituem uma sociedade (a família, a escola, a imprensa, a administração pública, entre outras), no contexto de Angola limitam-se àquilo que é primário. Aquilo que não requer qualquer acto criativo − no sentido civilizacional − porque imana da natureza. Alguns exemplos que me ocorrem referente a categorias primárias são o comer, o defecar, o dormir, o abrigar-se, o vestir movidos por instintos primários de extensão e prolongamento da vida no tempo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">O oposto do primário são as manifestações da civilização e da tecnologia como é o caso do digital, da arborização, da robótica, da nanotecnologia, da medicina de alta precisão, de sistemas de transporte e de eletricidade funcional 24 horas e 365 dias ininterruptos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">Dito isto, lembro-me de uma conversa tida com um amigo com o qual partilhei a ideia fundamentada de que Angola não tem futuro. Discordou! A resposta foi inteligente dizendo: tendo em conta o povo e os recursos que temos, o país ainda é viável. Bastará o afastamento da política destes bandidos pertencentes aos movimentos de libertação cuja batalha de ódio e atraso civilizacional de ambos inviabiliza o país.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">O bom selvagem de gravata bloqueou o progresso, de tal modo que não faltam indicadores irrefutáveis de que enquanto a elite do atraso prevalece no poder, jamais os indicadores e métricas internacionais trágicas sobre o país mudarão, como demonstrarei a seguir.   </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">Neste ano (2024) o país está na 121ª posição do Índice da Perceção de Corrupção da Transparência Internacional. Nada honroso. Este lugar no ranking destrói a criatividade e inviabiliza qualquer possibilidade de os cidadãos confiarem nas instituições. Por outro lado, este nível assustador de corrupção afugenta os investidores e desencoraja outros que desejassem fazer negócio em Angola, tal como prova a 177ª posição no Índice do Ambiente para fazer Negócios do Banco Mundial. Sem investimento não há criação de riqueza, não haverá novos empregos nem poupanças decorrentes do trabalho e impostos pagos por entidades coletivas e singulares. Esta realidade expande a miséria, tal como os dados oficiais confirmam. Segundo o Instituto Nacional de Estatísticas de Angola um em cada dois angolanos (51,2%) vive na pobreza multidimensional, com uma taxa de pobreza de 88,2% nas áreas rurais e 29,9% nas áreas urbanas. Existem regiões do país onde o nível de pobreza atingiu 98%, tal como sucede no município de Curoca, província do Cunene.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">O investimento é também (dependendo do contexto) resultante da qualidade das instituições e da liberdade política. Uma vez que as instituições em Angola estão capturadas pela necro-elite que concentra para si o poder económico, não viabiliza o exercício da liberdade económica. Por esta e outras razões adicionais, Angola figura na 118ª posição no Índice de Liberdade Económica da <em>Heritage Foundation e Wall Street Journal</em>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">No terreno das liberdades civis e políticas, o país está na 125ª posição no Índice de Liberdade de Imprensa da organização Repórteres Sem Fronteiras. Esta pobre performance associada a privação de outros direitos e liberdade fundamentais, justificam as métricas e relatórios internacionais que classifiquem Angola como sendo um regime autoritário, tal como atestam as organizações <em>Freedom House</em> e o <em>think tank</em> pan-africano Afrobarómetro, o qual afirma que Angola está longe de ser uma democracia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">Uma análise mais detalhada da cultura política foi feita por outras instituições que revelaram sinais preocupantes: posição 115ª no Índice de Estado de Direito da <em>World Justice Project </em>de 2023. Esta posição significa que Angola ainda não é um Estado Democrático e de Direito; E a <em>Scholars At Risk</em>, organização sediada na universidade de Nova York, cujo fim é monitorar as liberdades académica e científica no mundo, colocou Angola entre os países onde não há liberdade académica, nem de ensino e de pesquisa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">Como se não bastasse, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, PNUD, no seu Índice de Desenvolvimento Humano de 2024, Angola figura na posição 150ª com tendência de queda se as políticas públicas continuarem semelhantes às actuais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">Por sua vez, segundo o Índice de Capital Humano, as crianças angolanas que nasceram e que hão-de nascer nas condições actuais de má qualidade dos “sistemas de saúde” e “de educação”, têm as suas capacidades  intelectual e de produtividade comprometidas em 64%. Por isso, o país está colocado na posição 166ª do respectivo Índice com 0,36 pontos. Abaixo estão somente 7 países. Para que se possa ter uma ideia da gravidade da situação, em termos comparativos, um adolescente que termina o ensino médio em Angola, tem conhecimentos equivalentes a 8ª classe de uma criança namibiana.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">Segundo previsões do <em>Standard Bank</em>, a recessão económica pode prolongar-se durante dez anos consecutivos. Para quem duvida desta previsão, basta olhar a situação do Zimbabué, cuja economia decresce desde 2000. Uma vez que a sociedade funciona em certa medida como um sistema vivo, onde todas as dimensões se relacionam, por isso mesmo, entre 152 países avaliados pelo <em>Boston Consulting Group</em>, com vista a identificar a capacidade dos países de traduzirem a riqueza bruta em bem-estar, Angola está classificada na posição 145ª, entre os piores do mundo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">Sem surpresa, no Índice Global da Paz de 2023, do <em>Institute for Economics & Peace</em>, Angola está na posição 84ª. Teve melhorias em 2018 e 2019. Sendo certo que a paz não se resume ao calar das armas, esta posição é facilmente percetível, uma vez que o país não garante o bem-estar necessário aos cidadãos. Este último ─ e a justiça social ─ são as variáveis mais importantes para a paz. O que Angola jamais alcançou há 49 anos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">Face a indicadores tão trágicos, não é surpreendente que Angola nem sequer consta no último Índice Mundial da Felicidade de 2024, tal como sucedeu nas edições precedentes. Analisada esta importante métrica internacional, o país está entre as nações que não disponibiliza dados. Ou seja, sem informação fiável que propiciariam a sua classificação. Mas se houvesse dados, é fácil inferir qual seria a posição do país no Índice Mundial da Felicidade. O Relatório Mundial da Felicidade é uma parceria entre a Gallup, o <em>Oxford Wellbeing Research Centre</em>, e a Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 17px;">A visão externa sobre Angola para lá da propaganda é outra, tal como confirmam os indicadores referidos. Os indicadores internacionais acima, combinados com mais três internos: vontade generalizada de transformação e discredibilidade do grupo hegemónico; alguns (ainda que pouquíssimo) líderes religiosos expressam o seu mal-estar em relação as injustiças sociais; e a carência financeira do regime que o inviabiliza de corromper e comprar consciências em grande escala, como fazia no passado recente, constitui uma oportunidade única para levar a cabo a revolução popular em grande escala. Somente uma revolução colectiva salvará os angolanos! É urgente e necessário o afastamento do bom selvagem de gravata. O povo unido precisa mostrar-lhes que o triunfo da selvageria terminou! O armagedon da resistência popular precisa chegar ao palácio presidencial!</span></p>
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        Padre Maurício Camuto: “Liberdade de expressão e de imprensa são qualitativas. O artista tem de se sentir livre”  </a>

  <p class="excerpt post_excerpt">
    &nbsp; O Observatório da Imprensa e da Comunicação/OI, ouviu o Pe. Maurício Camuto, Director da Rádio Ecclesia. Durante a conversa discorreu sobre vários assuntos ligados a media, comunicação, democracia, liberdade <a class="read-more" href="https://observatoriodaimprensa.net/padre-mauricio-camuto-liberdade-de-expressao-e-de-imprensa-sao-qualitativas-o-artista-tem-de-se-sentir-livre/"> Leia mais</a>  </p>
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		<title>David Matsinhe: “Um governo que não fornece nenhum serviço, ainda retira o pouco que eles têm: a terra”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[OI]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2019 14:31:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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		<category><![CDATA[Liberdade de expressão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="300" height="181" src="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/montagem-300x181.png" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" srcset="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/montagem-300x181.png 300w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/montagem-768x464.png 768w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/montagem-1024x619.png 1024w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/montagem.png 1688w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Temos o Professor David Matsinhe (Universidade de Carleton, Canadá), e responsável pelos países de Língua Portuguesa, ao nível do escritório da Amnistia Internacional, sediado na África do Sul. David esteve envolvido na coordenação da “análise sobre a situação da seca e da fome no município do Gambos”, província da Huíla. Analisaram como a questão da ...</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://observatoriodaimprensa.net/david-matsinhe-um-governo-que-nao-fornece-nenhum-servico-ainda-retira-o-pouco-que-eles-tem-a-terra/">David Matsinhe: “Um governo que não fornece nenhum serviço, ainda retira o pouco que eles têm: a terra”</a> aparece primeiro no <a rel="nofollow" href="https://observatoriodaimprensa.net">Observatório da imprensa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="181" src="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/montagem-300x181.png" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" srcset="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/montagem-300x181.png 300w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/montagem-768x464.png 768w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/montagem-1024x619.png 1024w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/montagem.png 1688w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p><p style="text-align: justify;"><strong>Temos o Professor David Matsinhe (Universidade de Carleton, Canadá), e responsável pelos países de Língua Portuguesa, ao nível do escritório da Amnistia Internacional, sediado na África do Sul. David esteve envolvido na coordenação da “análise sobre a situação da seca e da fome no município do Gambos”, província da Huíla. Analisaram como a questão da apropriação das terras locais tem contribuído para o aprofundamento da miséria e da fome naquela região.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Domingos da Cruz</strong> &#8211; Qual é a síntese que se pode fazer do relatório publicado recentemente?<br />
<strong>David Matsinhe</strong> – Fala-se de estiagem como causa da fome e desnutrição nos Gambos ou no Sul de Angola. O que nós verificamos não é bem assim, porque a estiagem não é nova na naquela zona. É um fenómeno natural cíclico, mas só desta vez é que há um problema grave e profundo de fome e desnutrição, e porquê? A única diferença entre os ciclos de estiagem e o seu impacto actualmente é a falta de terra; é a ocupação da terra dos pastores naquelas zonas, porque no passado quando eles tinham acesso às suas terras, às suas zonas de pastos, eles conseguiam superar o impacto da estiagem. Mas desta vez, a estiagem chegou, e eles já não têm as suas terras para pastar o gado e sustentarem as suas vidas. O que se pode esperar de uma situação dessas? Essa é a constatação do nosso estudo: 67% da Tunda dos Gambos, Vale dos Kimbuelela, foram ocupados pelos fazendeiros que praticamente não fazem nada. Estas são as melhores terras de pastagem que existem lá, e os pastores já não têm acesso a elas. O que é que esperamos quando assim ocorre? O que vemos é exactamente o efeito desta ocupação. Não é exactamente a estiagem.<br />
<strong>Domingos Da Cruz</strong> &#8211; É verdade que no passado tinham acesso à terra, e portanto, administravam e permitia enfrentar os períodos de seca com menor dificuldade porque tinham conhecimento tradicional e sabiam como sobreviver. Mas do ponto de vista daquilo que é são as exigências actuais sobre Direitos Humanos, faz sentido ter acesso somente à terra? Vamos supor que não houvesse problema em relação a terra mas, há falta de outros serviços básicos como educação, saúde e por ai além. Não acha que mesmo assim não seria suficiente somente o acesso à terra?<br />
<strong>David Matsinhe</strong> &#8211; A verdade é que não há disponibilidade de serviços que o governo devia providenciar naquelas zonas. Por exemplo, não há acesso à escola, a transporte, à saúde, não há serviços comerciais disponíveis naquela zona, não há telecomunicações, não há vias de acesso. Tudo isso são os governos que criam. Não existe nada disso. Nestas condições, o único recurso que as pessoas têm para sustentar as suas vidas é a terra. E é a terra que lhes permite o acesso à água, é a terra que lhes permite o acesso a saúde mediante as plantas medicinais, o acesso a pastagem, alimentação, e mesmo o transporte porque eles dizem que “sem terra, sem gado a nossa vida praticamente não existe.” Com a falta dos serviços do governo, eles recorrem a terra, porque a interacção com a terra e o ecossistema local, com os animais é o que lhes garante a vida. <strong>Não faz sentido que um governo que não fornece nenhum serviço, ainda lhes retira o pouco que eles têm: a terra.<a href="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/Screenshot-127_LI.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2722" src="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/Screenshot-127_LI.jpg" alt="" width="954" height="628" srcset="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/Screenshot-127_LI.jpg 954w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/Screenshot-127_LI-300x197.jpg 300w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/Screenshot-127_LI-768x506.jpg 768w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/Screenshot-127_LI-80x54.jpg 80w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/Screenshot-127_LI-130x87.jpg 130w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/Screenshot-127_LI-85x57.jpg 85w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/Screenshot-127_LI-165x109.jpg 165w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/Screenshot-127_LI-112x75.jpg 112w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/Screenshot-127_LI-170x113.jpg 170w" sizes="(max-width: 954px) 100vw, 954px" /></a></strong><br />
<strong>Domingos da Cruz</strong> – David, diante deste cenário, seria exagerado dizer que verdadeiramente o Estado não existe? De facto este povo está abandonado a sua sorte?<br />
<strong>David Matsinhe</strong> &#8211; Segundo a sociedade civil em Angola, é o caso da ACC que trabalha naquela zona, <strong>90% da população daquela região não está registada!</strong><br />
<strong>Domingos da Cruz</strong> &#8211; Significa que nem sequer têm direito a cidadania mesmo tendo nascido em Angola, porque sem um registo, legalmente não são cidadãos.<br />
<strong>David Matsinhe</strong> – Exactamente! E quem deve registar é o governo, e com base no registo o governo toma decisões políticas para providenciar todo e qualquer tipo de serviços. <strong>Esta situação questiona mesmo a presença do Estado naquela zona.</strong> O interessante e curioso é: quando chega o ciclo eleitoral, o governo tem capacidade de emitir documentos, cartão eleitoral, mas o que é curioso é que já não é possível emitir documento de identificação para as pessoas como cidadãos de Angola. Este dado também foi confirmado pela sociedade civil local.<br />
Se você não tem identificação, praticamente você não existe para questões administrativas, questões de cidadania. Esses são os direitos que estão a ser negados a população daquela zona. <strong>A sociedade civil também fala que mais de 90% da população daquela zona é analfabeta. Isso não e aceitável num pais como Angola com tanta riqueza, com tantos recursos naturais. Isso não é aceitável!</strong><br />
<strong>Domingos da Cruz</strong> &#8211; David, houve alguma reacção dos fazendeiros logo após a publicação do relatório?<br />
<strong>David Matsinhe</strong> &#8211; Bem, nós não tivemos o acesso directo a reacção dos fazendeiros. Mas eles negam. Alegam que a Amnistia Internacional publicou falsidades. Nós desafiamos os fazendeiros para que eles publiquem um estudo com evidências de que eles não ocuparam àquelas terras ilegalmente; com evidências de que eles seguiram todos os trâmites legais para terem acesso àquelas terras. Este é o nosso desafio aos fazendeiros: que publiquem evidências contraditórias do que nós publicamos no relatório.<br />
<strong>Domingos da Cruz</strong> &#8211; Qual foi a reacção das autoridades oficiais em Angola?<a href="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/original.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2725" src="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/original.jpg" alt="" width="2048" height="1366" srcset="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/original.jpg 2048w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/original-300x200.jpg 300w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/original-768x512.jpg 768w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/original-1024x683.jpg 1024w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/original-274x183.jpg 274w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/original-80x54.jpg 80w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/original-130x87.jpg 130w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/original-359x240.jpg 359w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/original-85x57.jpg 85w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/original-546x365.jpg 546w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/original-165x109.jpg 165w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/original-112x75.jpg 112w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/original-179x120.jpg 179w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/original-170x113.jpg 170w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/original-81x55.jpg 81w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/original-765x510.jpg 765w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>David Matsinhe</strong> &#8211; Nós tivemos um encontro com o Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos, precisamente com a Secretária de Estado para os Direitos Humanos. Um encontro produtivo do nosso ponto de vista porque nós fizemos a apresentação do nosso estudo, da metodologias que usamos, os resultados e as constatações. Eles confirmaram que de facto existe a problemática da legalidade dos títulos de posse de terra naquela zona. É precária, mas não é só naquela zona. Também falaram que existem problemas das autoridades tradicionais que vendem as terras sem o consentimento nem o conhecimento dos membros das comunidades.<br />
Isso é um problema que o Ministério da Justiça reconheceu que existe, e estão a envidar esforços para reverter a situação. O Ministério da Justiça não desafia e nem pôs em causa a nossa apresentação. Pelo contrário, eles fundamentaram ainda mais as nossas constatações e durante o encontro da sociedade civil estava lá presente o Deputado da Assembleia Nacional pela parte do MPLA, representante da província do Namibe, e que conhece muito bem o problema que os pastores naquela zona enfrentam. Também reconheceu, dizendo que “nós não estamos em posição de disputar os factos apresentados neste relatório. É verdade.” Pareceu-nos que iria levar a mensagem aos seus colegas na Assembleia Nacional.<br />
<strong>Domingos da Cruz</strong> &#8211; Hoje não basta esse reconhecimento. É necessário que se tome as providências cabíeis com vista a ultrapassar o problema.<br />
Quanto maior for o grau de miséria de um povo, isso também tem influencia no exercício da liberdade de expressão e consequentemente no aprofundamento ou não da democracia de um país?<br />
<strong>David Matsinhe</strong> &#8211; Para mim, o que nós temos verificado, pelo menos na África Austral, até mesmo no continente é que a falta de respeito aos direitos económicos, sociais e culturais está directamente ligado aos direitos políticos e civis. O que acontece é que as pessoas tentam protestar contra a sua miséria económica e social e quando o fazem são imediatamente reprimidas. Para mim, <strong>não vejo nenhuma dicotomia, se posso colocar a questão desta maneira, entre estes dois tipos de direitos. Neste continente está evidente que os dois estão directamente ligados, em particular quando as pessoas tentam expressar as suas insatisfações com a situação económica, social e cultural.</strong> Por exemplo, quando a juventude em Angola ou em Moçambique protesta contra o desemprego, contra a má administração dos recursos, vem a repressão contra os direitos políticos e civis. Essa é a minha visão. Em termos de quanto maior for o acesso aos direitos económicos políticos, isso significa que temos mais ou menos liberdade de expressão, para mim os dois estão directamente ligados. E temos visto quando a juventude ou outras pessoas se manifestam contra a violação dos direitos económicos e sociais, há sempre repressão. <a href="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/1-1.jpg"><img class="wp-image-2723 alignright" src="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/1-1.jpg" alt="" width="600" height="698" srcset="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/1-1.jpg 660w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/12/1-1-258x300.jpg 258w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><br />
<strong>Domingos da Cruz</strong> &#8211; Voltando aos Gambos, qual será o passo seguinte da parte da Amnistia? Termina por aqui o processo ou há outras acções a seguir?<br />
<strong>David Matsinhe</strong> &#8211; Bem, o Estado angolano fez algumas promessas sobre o registo das terras comunitárias e nós vamos fazer a monitoria em parceria com a sociedade civil angolana. Não é suficiente aceitar as promessas que o governo faz. Temos que exigir que o governo cumpra com as suas promessas. Este é o trabalho que vamos fazer e vamos continuar a trabalhar com a sociedade civil angolana para aprofundarmos esta questão do acesso a terra porque é central. <span style="color: #000000;">Vamos continuar com o trabalho de advocacia, vamos continuar a fazer campanhas, dentro e fora de Angola sobre esta questão. Esse é o trabalho que ainda virá.</span><br />
<strong>Domingos da Cruz</strong> &#8211; Agradeço pela disponibilidade. Estivemos em conversa com David Matsinhe, especialista sobre os países de língua portuguesa da Amnistia Internacional, baseado na África do Sul e também professor na Universidade de Carleton, Canadá.<br />
Abordamos o problema do acesso a terra na região dos Gambos, a miséria e sua relação com o exercício da cidadania. E finalmente o David comentou o tópico sobre a relação entre direitos civis, políticos e o exercício da cidadania.<br />
<strong>Davi Matsinhe</strong> &#8211; Muito obrigado.<br />
<a href="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/11/ee-2.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2695" src="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/11/ee-2.png" alt="" width="900" height="118" srcset="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/11/ee-2.png 900w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/11/ee-2-300x39.png 300w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2019/11/ee-2-768x101.png 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
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        Como fazer uma revolução?  </a>

  <p class="excerpt post_excerpt">
    Por Domingos da Cruz Da Ditadura à Democracia, mais do que uma construção teórica de Filosofia Política, é uma ferramenta prática para as pessoas comprometidas com a desconstrução e erosão <a class="read-more" href="https://observatoriodaimprensa.net/como-fazer-uma-revolucao/"> Leia mais</a>  </p>
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		<title>Retrocede a liberdade de expressão em Angola, afirma AI</title>
		<link>https://observatoriodaimprensa.net/retrocede-liberdade-de-expressao-em-angola-afirma-ai/</link>
		
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2015 12:37:07 +0000</pubDate>
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<p>As liberdades de expressão, reunião e associação foram as que mais sofreram restrições em Angola durante 2014. A conclusão é do relatório anual da Amnistia Internacional (AI), que analisa o estado dos Direitos Humanos em 160 países do mundo, onde também se critica o despejo forçado de pelo menos quatro mil famílias em Luanda e Cabinda durante o último ano.</p>
<p>O relatório analisa acontecimentos do ano passado – embora faça referência a alguns eventos de 2013 – e inclui Angola entre os países que “persegue e restringe a liberdade de expressão, associação e reunião”. Segundo a ONG, as restrições estendem-se sobretudo os média e à sociedade civil.</p>
<p>Numa análise de três páginas dedicadas ao país, os casos de Armando Chicoca e William Tonet, acusados em 2011 pelos crimes de denúncia e calúnia e desde então impossibilitados de recorrer da sentença em tribunal, bem como o de Rafael Marques, processado por seis generais angolanos pela publicação do livro Diamantes de Sangue: Tortura e Corrupção em Angola, são utilizados como exemplo de atentados à liberdade de expressão. A prisão de Manuel Nito Alves é outro dos casos lembrados pela AI.</p>
<p>Num capítulo intitulado “desaparecimentos forçados”, o relatório recorda o desaparecimento ainda por explicar dos jornalistas Milocas Pereira, em 2012, e Cláudio António “Ndela” e Adilson Panela Gregório “Belucho”, ambos em 2013. O atribulado julgamento do caso Silva Alves Kamulingue e Isaías Sebastião Cassule – por diversas vezes suspenso – também é referenciado no relatório da AI, cujos resultados foram publicados hoje.</p>
<p>Por outro lado, o documento faz referência ao facto das forças de segurança continuarem a “gozar de impunidade em alguns casos de mortes ilegais”, dando o exemplo de Manuel Samuel Tiago, que, juntamente com outros jovens, foi morto pela polícia a 28 de Agosto de 2014 no bairro do Kilamba Kiaxi.</p>
<p>A actuação das autoridades angolanas durante manifestações também é fortemente criticada pela AI, que acusa a polícia de “abuso da força” e “detenções arbitrárias”, recordando casos em que os manifestantes são agredidos antes de serem abandonados a quilómetros de distância dos lugares de protesto.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <em>Relatório Anual da Amnistia Internacional</em></p>
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    Cerca de 10% da população de Angola tem acesso à Internet, menos do que a média da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), que é de 12%,  </p>
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    Por Domingos da Cruz Da Ditadura à Democracia, mais do que uma construção teórica de Filosofia Política, é uma ferramenta prática para as pessoas comprometidas com a desconstrução e erosão <a class="read-more" href="https://observatoriodaimprensa.net/como-fazer-uma-revolucao/"> Leia mais</a>  </p>
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		<title>A Liberdade de uso da Internet desce em Angola</title>
		<link>https://observatoriodaimprensa.net/liberdade-de-uso-da-internet-desce-em-angola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[OI]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Dec 2014 08:46:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Direito à internet]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="300" height="199" src="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/OI-internet-300x199.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" srcset="https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/OI-internet-300x199.jpg 300w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/OI-internet-274x183.jpg 274w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/OI-internet-80x54.jpg 80w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/OI-internet-130x87.jpg 130w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/OI-internet-85x57.jpg 85w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/OI-internet-165x109.jpg 165w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/OI-internet-112x75.jpg 112w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/OI-internet-179x120.jpg 179w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/OI-internet-170x113.jpg 170w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/OI-internet-81x55.jpg 81w, https://observatoriodaimprensa.net/wp-content/uploads/2014/12/OI-internet.jpg 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Redacção OI &#124;&#124; A liberdade de utilização da internet no mundo continua a cair e Angola não é excepção, diz relatório da Freedom House. A liberdade de utilização da internet no mundo continua a cair e Angola não é excepção, diz relatório da Freedom House. Pelo quarto ano consecutivo a liberdade de utilização da internet ...</p>
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<p>Angola está pela segunda vez no relatório, com um desempenho pior do que em 2013. Para os investigadores o país desceu quatro lugares no ranking geral de países (passou de 34.º para 38.º). O relatório tem ainda em contra outros três critérios: os obstáculos ao acesso, limites ao conteúdo e violações aos direitos do utilizador.</p>
<p>Na secção dedicada a Angola, a Feedom House reconhece uma melhoria nas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), sobretudo desde 2005, resultado do investimento feito pelo governo; a penetração da Internet junto da população é agora de 19 por cento (17 em 2013).</p>
<p>O relatório faz depois referência às ingerências do poder no controlo de informação: “Ao mesmo tempo que o conteúdo on-line e as aplicações de comunicação são de acesso livre, o governo parece cada vez mais intencionado em perseguir dissidentes, através de meios legais e extra-legais”.</p>
<p>Tendência essa que tem sido seguida no resto do mundo. De acordo com a organização, mais de metade dos 65 países analisados endureceram as suas políticas de censura desde Maio de 2013, data de publicação do último relatório. O número de detenções provocadas por comunicações na internet também aumentou significativamente, sobretudo nas regiões do Médio Oriente e Norte de África.</p>
<p>Madeline Earp, investigadora da Freedom House, organização baseada em Washington, sumariou assim o relatório: “Existe definitivamente a noção de que a Internet oferece uma verdadeira alternativa aos media tradicionais e os governos começaram a acelerar um pouco o passo”, disse ao New Yorker.</p>
<p>O documento dá como exemplo a Rússia, cuja pontuação tem vindo a descer nos últimos cinco anos, em especial desde 2012, ano em que Putin chegou à presidência, e autorizou o bloqueio de determinados conteúdos na Internet. A Turquia é outro dos países que regista uma das maiores descidas no ranking (de 49º em 2013 para 55º), o resultado óbvio das posições do Primeiro-ministro Recep Erdogan, que em Março prometeu “erradicar” o Twitter. Irão e Síria foram outros dos países com a pior classificação. Em sentido contrário estão Birmânia, Tunísia, Cuba e Índia, onde o controlo foi aligeirado. Europa e Estados Unidos são os continentes onde os internautas estão mais à vontade. [F/ REDE ANGOLA.]</p>
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